segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Apple - Será o começo de um novo Fim?

Depois de quase salvar sua empresa da ruína e fazê-la ser a maior companhia do mundo, maior em valor de mercado que os 32 melhores bancos da Europa juntos, Steve Jobs deixou de ser CEO da Apple por problemas de Saúde.


Tim Cook é seu substituto. Há anos gerenciando a maior parte da companhia, fez o sucesso no backstage da gestão de custos da empresa, retirando-a da manufatura e estabelecendo redes de contratos com fabricantes. Há anos, inclusive, já era volta e meia indicado como sucessor natural de Jobs.

A transição pareceu ocorrer sem grandes problemas para o valor de mercado da Apple. Ainda assim, fica a pergunta: debaixo das águas tranquilas não vai começar o mar a ficar revolto?

A Apple puxou ao limite de duas fontes de lucro, desde a retomada ao sucesso com a volta de Jobs:
  • Cobrar sobrepreço por meio de uma estratégia de design e marketing - baseada em boa dose no guru "Steve Jobs"
  • Cortar custos - algo mérito do próprio Cook.
O que era uma dupla mágica perdeu não só o a cabeça da estratégia de marketing, mas a mesma que fazia as deciões estratégicas.

Por outro lado, as ações da companhia estão em um pico, e aumento de lucros por mais cortes de custos não parece uma estratégia tão implementável na Apple de hoje.

A intuição diz: para a sorte dos detentores de mac-ações, ou i-assets, o mercado está em meio a uma crise e turbulência.

Mas, se num futuro próximo, não conseguirem nenhum outro guru tão magnético quanto Jobs, para fazer os outros crerem que o seguinte produto é maravilhoso, pode haver uma reviravolta... O catch-up já foi feito, e agora é a Apple quem começa a imitar a concorrentes.

Ou há algo, alguém que vá impedir o ocorrido após a primeira saída de Jobs?


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Europa al borde de la recesión, España sigue destrucción de Empleo

El dato de crecimiento para la Union Europea del según trimestre, según Eurostat, ha bajado a 0,2%.


La economía española, a su turno, presenta una tasa anualizada de 0,7% al año lo que según la gaceta, mantiene la economía en plena destrucción de empleo, con aproximadamente 170.000 empleos a tiempo completo destruidos en lo que va del año.

Por otro lado, España también es el país de la Unión Europea que más ha perdido trabajadores autónomos desde el inicio de la crisis en 2007.